26/07/2014

Eu quis desvendar qualquer mistério que se fazia em minha volta. 
Quis abrir qualquer pacote de presente que aparecesse em meu caminho, não importando seu tamanho, sua beleza exterior ou qualquer coisa que fosse.
Quando achava algo estranho, amedrontador, porém intrigante, não perdia a chance de ir a fundo. 
Eu literalmente quis e fiz. 
Sempre quero muito e por vezes não penso no depois. 
Vivi intensamente abrindo e descobrindo tudo que parou na minha frente. 
Também agarrei o que quis passar rápido e meio de fininho por mim. 
Concluo, assim, que nada posso reclamar: viver intensamente também tem seu preço e a vida cobra caro de quem a leva assim.

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